Esse blog existe para o compartilhamento de conhecimentos entre os alunos do curso de administração da Etec Trajano Camargo de Limeira. Seja bem vindo
quarta-feira, 12 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Com a atual concorrência e os mercados altamente globalizados, é fundamental para qualquer empresa obter o máximo de informações, sendo possível tomar decisões rápidas e precisas. E a gestão de custos possibilita para a empresa não apenas seu real conhecimento, mas também permite definição de metas para melhoria de eficiência, que podem ser alinhados com o planejamento estratégico.
Existem diversas metodologias de custo com variadas abordagens de complexidade, dentre estas evidencio o custo por absorção, custo por departamentalização e o custo ABC (custeio baseado em atividade). Respectivamente ordenados de menor á maior complexidade.
A complexidade refere-se ao nível de detalhamento que a metodologia permite, ou seja, quanto maior o nível de detalhamento, menores são os lançamento arbitrários necessários (custos definidos de forma subjetiva). Por isso, é indicada a realização do custo ABC, pois este busca apropriar todos os custos obtidos, por meio de ferramentas de mensuração, mesmo assim existirão custos indiretos.
Para entender melhor a questão da arbitrariedade é importante relatar e entender a diferença entre o que é custo direto e indireto.
O custo direto refere-se ao que pode ser apropriado claramente, ou seja, são todos os custos que possuem algum sistema de medição objetivo, desta forma sua medição é rápida e precisa. Para exemplificar, as matérias primas usadas na elaboração de certos produtos, ou a energia consumida por máquina (desde que exista sistema de medição da energia consumida, caso não esta será apropriada como custo indireto).
Mas nunca será possível definir diretamente todos os custos, neste caso existem os custos indiretos, ou seja, são definidos os custos relativos de forma arbitrária, como exemplo pode ser observado o departamento de controle de qualidade, aluguel ou mesmo os custos com pessoal de supervisão da produção. Estes custos citados não possuem forma direta e objetiva de medição, então será utilizada alguma metodologia arbitrária para definição de seus respectivos custos.
É interessante reduzir o máximo possível dos custos indiretos, para que a gestão de custo seja menos subjetiva. Para isso, é necessário implantar na linha de produção sistemas de medição (aparelho para medição de energia ou água consumida na máquina), como também medição de processo produtivo (tempo de mão de obra empregada na fabricação). Outra medida interessante é verificar a relevância com relação ao custo / benefício, pois em alguns casos existe mais dispêndio de recurso financeiro e humano para a medição do que o resultado obtido.
Definidos os sistemas de medições diretas possíveis, os custos indiretos deverão ser apropriados através de algum critério arbitrário. Neste caso desenvolva algum padrão metodológico que seja constantemente acompanhado e revisado. Como exemplo, ratear os custos do departamento de qualidade com relação á quantidade relativa de produção por linha de produtos.
As informações obtidas com a gestão de custo permitirão uma tomada de decisão mais segura, como também permite identificar problemas relacionados a gasto indevido de recursos.
Existem diversas metodologias de custo com variadas abordagens de complexidade, dentre estas evidencio o custo por absorção, custo por departamentalização e o custo ABC (custeio baseado em atividade). Respectivamente ordenados de menor á maior complexidade.
A complexidade refere-se ao nível de detalhamento que a metodologia permite, ou seja, quanto maior o nível de detalhamento, menores são os lançamento arbitrários necessários (custos definidos de forma subjetiva). Por isso, é indicada a realização do custo ABC, pois este busca apropriar todos os custos obtidos, por meio de ferramentas de mensuração, mesmo assim existirão custos indiretos.
Para entender melhor a questão da arbitrariedade é importante relatar e entender a diferença entre o que é custo direto e indireto.
O custo direto refere-se ao que pode ser apropriado claramente, ou seja, são todos os custos que possuem algum sistema de medição objetivo, desta forma sua medição é rápida e precisa. Para exemplificar, as matérias primas usadas na elaboração de certos produtos, ou a energia consumida por máquina (desde que exista sistema de medição da energia consumida, caso não esta será apropriada como custo indireto).
Mas nunca será possível definir diretamente todos os custos, neste caso existem os custos indiretos, ou seja, são definidos os custos relativos de forma arbitrária, como exemplo pode ser observado o departamento de controle de qualidade, aluguel ou mesmo os custos com pessoal de supervisão da produção. Estes custos citados não possuem forma direta e objetiva de medição, então será utilizada alguma metodologia arbitrária para definição de seus respectivos custos.
É interessante reduzir o máximo possível dos custos indiretos, para que a gestão de custo seja menos subjetiva. Para isso, é necessário implantar na linha de produção sistemas de medição (aparelho para medição de energia ou água consumida na máquina), como também medição de processo produtivo (tempo de mão de obra empregada na fabricação). Outra medida interessante é verificar a relevância com relação ao custo / benefício, pois em alguns casos existe mais dispêndio de recurso financeiro e humano para a medição do que o resultado obtido.
Definidos os sistemas de medições diretas possíveis, os custos indiretos deverão ser apropriados através de algum critério arbitrário. Neste caso desenvolva algum padrão metodológico que seja constantemente acompanhado e revisado. Como exemplo, ratear os custos do departamento de qualidade com relação á quantidade relativa de produção por linha de produtos.
As informações obtidas com a gestão de custo permitirão uma tomada de decisão mais segura, como também permite identificar problemas relacionados a gasto indevido de recursos.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Procedimentos para o componente PTCCA
Conforme a nova grade do curso de Administração propõe, estamos estabelecendo novo procedimento para desenvolver o programa de curso para um melhor aproveitamento do aprendizado, atendendo a ementa de PTCC e não perdendo o ganho que já obtivemos na formação profissional dos nossos alunos que conseguem ter a visão global da constituição de uma organização produtiva.
- Os alunos do primeiro ciclo de administração realizam uma pesquisa sobre uma empresa pertencente a uma área específica, designada pelo professor do componente. Essa área é unificada para facilitar o acompanhamento do projeto pelos professores. Ao final do ciclo as equipes formadas por 3 alunos apresentam um trabalho relacionado a pesquisa com auxílio de Power point.
- Os alunos do segundo ciclo ampliam a pesquisa iniciada no primeiro ciclo para melhorar a definição do tema\problema que será abordado na monografia, desenvolvendo nesse ciclo a definição do tema e a introdução da monografia. Os alunos apresentam um trabalho semelhante ao primeiro e incluem o que melhoraram na pesquisa da empresa em foco, alterando o nome da mesma.
- Os alunos do terceiro ciclo devem apresentar a monografia como forma de avaliação e podem apresentar os resultados da pesquisa realizada sobre a empresa do segundo semestre. Essa apresentação da pesquisa é facultativa, aumentando o conceito e agregando para o aluno maior facilidade na apresentação da monografia.
A monografia deve ser apresentada na forma escrita (máximo de 40 paginas) e conforme estabelece o Centro Paula Souza, também na forma oral para uma banca de três professores ligados diretamente a conteúdos técnicos.
Observações:
Os professores do terceiro ciclo não deverão solicitar apresentações referentes ao projeto, mas poderão solicitar apresentações referentes ao conteúdo por ele ministrado, com isso se evita a duplicidade de apresentações sobre um mesmo assunto.
Não serão definidas “metas” para o desenvolvimento do TCC, cabe ao aluno escolher da melhor forma o que será relevante na apresentação. Temos como objetivo conduzir os alunos a análise e pensamento lógico sobre os conteúdos aprendidos e aplicados.
- Os alunos do primeiro ciclo de administração realizam uma pesquisa sobre uma empresa pertencente a uma área específica, designada pelo professor do componente. Essa área é unificada para facilitar o acompanhamento do projeto pelos professores. Ao final do ciclo as equipes formadas por 3 alunos apresentam um trabalho relacionado a pesquisa com auxílio de Power point.
- Os alunos do segundo ciclo ampliam a pesquisa iniciada no primeiro ciclo para melhorar a definição do tema\problema que será abordado na monografia, desenvolvendo nesse ciclo a definição do tema e a introdução da monografia. Os alunos apresentam um trabalho semelhante ao primeiro e incluem o que melhoraram na pesquisa da empresa em foco, alterando o nome da mesma.
- Os alunos do terceiro ciclo devem apresentar a monografia como forma de avaliação e podem apresentar os resultados da pesquisa realizada sobre a empresa do segundo semestre. Essa apresentação da pesquisa é facultativa, aumentando o conceito e agregando para o aluno maior facilidade na apresentação da monografia.
A monografia deve ser apresentada na forma escrita (máximo de 40 paginas) e conforme estabelece o Centro Paula Souza, também na forma oral para uma banca de três professores ligados diretamente a conteúdos técnicos.
Observações:
Os professores do terceiro ciclo não deverão solicitar apresentações referentes ao projeto, mas poderão solicitar apresentações referentes ao conteúdo por ele ministrado, com isso se evita a duplicidade de apresentações sobre um mesmo assunto.
Não serão definidas “metas” para o desenvolvimento do TCC, cabe ao aluno escolher da melhor forma o que será relevante na apresentação. Temos como objetivo conduzir os alunos a análise e pensamento lógico sobre os conteúdos aprendidos e aplicados.
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