Esse blog existe para o compartilhamento de conhecimentos entre os alunos do curso de administração da Etec Trajano Camargo de Limeira. Seja bem vindo
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Entenda como as novas regras da poupança afetam o seu bolso
As regras de rentabilidade da poupança mudaram. Agora, quem aplicar dinheiro na caderneta terá que saber como anda a taxa básica de juros (Selic) para calcular quanto vai ganhar com o investimento.
Se a Selic estiver acima de 8,5%, nada muda. Seu dinheiro será remunerado a uma taxa de 0,5% ao mês mais TR (Taxa Referencial).
Porém, se a Selic for reduzida pelo Comitê de Política Monetária do BC a 8,5% ou menos, a remuneração da poupança passará imediatamente a ser 70% do valor da Selic mais TR. Assim, tudo o que você tiver depositado na poupança depois de 4 de maio renderá, a cada 30 dias, de acordo com essas novas regras. Os depósitos anteriores a essa data, no entanto, continuam a ser remunerados, mês a mês, por período indeterminado, como antes: 0,5% mais TR.
Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que anunciou a medida, outras regras permanecem iguais. “liquidez diária, ou seja, o poupador saca o dinheiro quando quiser, rentabilidade mensal, isenção do Imposto de Renda e sem limite de aplicação”. Vale lembrar que, quando o saque é realizado antes do aniversário da poupança, o investidor não recebe remuneração pelos recursos que sacou.
Por que o governo alterou a rentabilidade?
A queda da taxa básica de juros é um bom negócio para o consumidor. Com taxas mais baixas, fica mais barato adquirir crédito, financiar bens e aumentar o consumo de maneira geral. Porém, a remuneração fixa da poupança estava sendo um impeditivo para que o governo continuasse reduzindo os juros.
Para ter essa flexibilidade, o governo decidiu então alterar as regras de rentabilidade da poupança, criando assim condições para alterar a taxa Selic da forma que for melhor para a economia brasileira.
sábado, 5 de maio de 2012
Segurança na motocicleta
Achei esse material na Internet e pensei que seria interessante disponibilizar para todos os alunos, inclusive para aqueles que usam motocicleta e tem tudo a ver com projeto do 1º logística. Moto foi feita para fazer curvas por motonline | 30.04.2012 Corpo reto e moto inclinada; curvas mais fechadas Será que este título faz jus à nossa amiga moto? Você já escutou alguns dizerem que moto foi feita para cair? Tem até gente famosa e inteligente que acredita nisso. Mas isso não é verdade. Moto foi feita para andar pra frente e fazer curvas. Só que ela exige a sua participação. Quantas vezes já aconteceu com você enquanto pilota, a seguinte situação: ao fazer uma curva sua motocicleta “sai” para o lado oposto da mesma? Aposto que isso é mais comum do que se possa imaginar. Muitos pilotos dizem que a moto “esparrama” para fora da curva. Ou seja, ao contornar uma esquina, uma rotatória ou mesmo curvas em estradas sinuosas, a moto “abre” e a sensação do piloto é que não conseguirá completar a trajetória. Você faz o maior esforço para trazer a moto para dentro da curva, mas parece que ela não obedece a suas ordens. Porque isto acontece? São vários os fatores: ciclística da moto, força centrífuga, efeito giroscópico das rodas, contra-esterço, além dos fatores humanos: direção do olhar, medo de inclinar a moto, postura; em resumo é o seguinte: em todas estas razões, há um fator comum: o despreparo do piloto. Não quero dizer aqui que você não sabe fazer curvas, mas fazê-las corretamente sem arriscar-se é a preocupação. Você até faz as curvas normalmente e nada acontece. Mas se você for um pouco além do seu limite (ou o da moto), o preparo poderá tirá-lo da situação difícil. Caso contrário, é chão na certa. Corpo inclinando junto com a inclinação da moto; curvas abertas em médias velocidades Este artigo é o primeiro de uma série sobre como fazer curvas com sua moto. Neste primeiro vamos nos concentrar em dois fatores: POSTURA DO PILOTO e FORÇA CENTRÍFUGA. Isaac Newton nos ensinou que “toda ação possui uma reação contrária a essa ação”. FORÇA CENTRÍFUGA significa “fuga do centro”. É mesmo, Newton tem razão. Quando o piloto entra nas curvas (ação) a moto sai para o lado oposto da curva (reação). Isto é fato! Mas tem um jeitinho de neutralizar essa lei da física. Nos carros, basta girar o volante, as rodas giram e o atrito faz com que o carro vá na direção desejada. Então tá, na moto é só virar o guidão na direção da curva e tudo bem? Não é assim tão simples. O piloto, além de virar o guidão, é necessário inclinar a motocicleta para o lado da curva. Dependendo da velocidade, essa inclinação será maior ou menor. E se a velocidade for alta, a inclinação será para o mesmo sentido da curva e o guidão para o lado oposto da curva. Esta atitude do piloto neutraliza a força que joga a moto para fora. Mas vamos primeiro analisar algumas posturas que o piloto deve ter ao contornar curvas em vias sinuosas. Corpo mais inclinado que a moto; curvas rápidas e de alta velocidade Não existe uma regra rígida para que o piloto se encaixe na moto pois precisamos considerar o conceito (ou modelo) de sua motocicleta. Mas há algumas posturas que facilitam ao piloto realizar as curvas. Por exemplo: piloto inclinando com seu corpo na mesma inclinação da moto. Esta postura é a mais comum. Curvas abertas, com velocidades médias a moto realiza a trajetória com certa facilidade. Piloto com maior inclinação do corpo do que a moto. Esta postura é exigida quando a velocidade nas curvas é alta. Sabemos que quanto maior a velocidade, maior será a necessidade de inclinação. Esta necessidade fará com que o piloto dê muita força corporal para se manter na curva. Para não se esforçar tanto, a técnica do contra esterço será muito útil (e necessária). Calma! CONTRA ESTERÇO falaremos mais tarde, em outro artigo (tenho certeza que você já pratica esta técnica sem perceber). Corpo deslocado para dentro da curva; força para contornar a curva com segurança A outra postura é piloto com o corpo reto e a moto mais inclinada do que o corpo. Muito interessante esta postura. Imagine você entrando em uma curva aberta com a inclinação de seu corpo junto com a inclinação da moto. De repente esta curva se fecha, a moto sai para o lado oposto. Você precisa urgentemente se manter na trajetória. Frear? NÃO! Então mude de postura. Mantenha a moto inclinada e deixe seu corpo reto. Incrível, a moto lhe obedecerá e você realizará a curva em segurança. Portanto, neutralizar a força centrífuga dependerá de sua postura e da inclinação que fará com a moto. Eu creio que podemos ter a moto como uma parceira, ou parceiro, de dança. Dependendo do ritmo da música seu corpo mexe os ombros. Se a música mudar de ritmo, teu corpo mexe o quadril. Mas independente do tipo de música, seus braços estão sempre se mexendo. Dance com sua moto nas curvas. Mexa os ombros ou o quadril conforme o “ritmo” das curvas mudar. Mas se não mexer os braços no guidom de sua parceira, a dança será difícil de ser completada.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
LINK DE GRANDE UTILIDADE
Bom dia à todos, segue link com endereço de blog para educação financeira:
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Cenário global impõe recuperação mais lenta na indústria, diz FGV
26/04/2012 - Por Tainara Machado | Valor
SÃO PAULO - A demanda ainda fraca neste início de ano está determinando uma recuperação mais lenta da indústria de transformação, segundo Aloísio Campelo, coordenador da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getulio Vargas. Em abril, o Índice de Confiança da Indústria avançou 0,3% na comparação com março, para 103,3 pontos, ainda abaixo da média histórica dos últimos cinco anos (106,2 pontos).
Com o contexto internacional de crescimento ainda bastante frágil nos EUA, recessão em alguns países da Europa e desaceleração na China, o indicador de nível de demanda externa vem em queda desde novembro do ano passado e chegou em abril ao menor nível desde fevereiro de 2010, em 86,4 pontos. Na comparação com março, a queda foi de 4,8%, feitos os ajustes sazonais.
A demanda interna também deu sinais de fraqueza, segundo a sondagem da FGV. Na passagem mensal, a queda foi de 2,2%, para 104,3 pontos, situando-se bastante distante da média para os últimos cinco anos, de 112,4 pontos.
Para Campelo, a situação é reflexo de uma postura mais cautelosa do consumidor, motivada pelo aumento da inadimplência. Assim, apesar do crescimento da massa salarial, a demanda está concentrada em serviços e bens não duráveis, reduzindo as vendas de bens duráveis, como veículos, avalia o economista.
Campelo, no entanto, destacou que a Sondagem do Consumidor, também feita pela FGV, já mostra sinais de que a confiança está melhorando, por causa da redução dos juros e das taxas cobradas pelos bancos, inflação em queda e isenções tributárias para móveis e linha branca.
Os estoques da indústria de transformação continuaram no processo de ajuste iniciado no fim do ano passado, apontou a Sondagem Conjuntural da FGV. Para a cadeia automobilística, no entanto, o problema voltou a aparecer e afetou a confiança do setor.
Em abril, apenas 2,7% das empresas consideraram que tinham estoques excessivos, já descontada a parcela que considerava a quantidade insuficiente. A redução na comparação com março foi de 0,8%, e após nove meses acima da média histórica, os estoques voltaram para patamar em linha com o observado nos últimos cinco anos.
Apesar da evolução benigna do indicador, o setor automobilístico andou na mão contrária. Em abril, a cadeia tinha 9,2% a mais de empresas que consideravam os estoques excessivos em relação àquelas que os consideravam insuficientes. O caso mais explícito apareceu para o setor de caminhões e ônibus, que já havia derrubado a produção industrial em janeiro. No segmento, 24,7% das empresas tinham estoques em excesso. Em março, o percentual era de 2,1%.
Para veículos de passeio, a situação é menos grave, mas também preocupante, já que a relação passou de 7,7% em março para 13,4% em abril, sempre na séria com ajuste sazonal.
Para Aloísio Campelo, coordenador da sondagem, essa foi a principal causa da queda de 1,2% do Índice de Confiança da Indústria para o setor de bens duráveis, na passagem entre março e abril.
Esse cenário, aliado à demanda mais fraca, observada no início do ano, levou o indicador de produção prevista para os próximos três meses a recuar para 123,5 pontos em abril, ante 124,5 pontos no mês anterior. O quadro, segundo Aloisio Campelo, apresenta trajetória de recuperação gradual e ainda fraca da indústria no segundo trimestre de 2011.
Ainda assim, estoques mais equilibrados na média da indústria, combinados a um câmbio menos favorável para os importados e o efeito defasado da política monetária, levaram os empresários do setor a enxergar, em um horizonte de seis meses, sinais mais favoráveis para a atividade, avaliou Campelo. A situação futura dos negócios melhorou 4,4% em abril, na comparação com março, quando pela primeira vez desde maio de 2011 mais de 50% das companhias pesquisadas responderam que a situação deve melhorar nos próximos seis meses.
(Tainara Machado | Valor)
SÃO PAULO - A demanda ainda fraca neste início de ano está determinando uma recuperação mais lenta da indústria de transformação, segundo Aloísio Campelo, coordenador da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getulio Vargas. Em abril, o Índice de Confiança da Indústria avançou 0,3% na comparação com março, para 103,3 pontos, ainda abaixo da média histórica dos últimos cinco anos (106,2 pontos).
Com o contexto internacional de crescimento ainda bastante frágil nos EUA, recessão em alguns países da Europa e desaceleração na China, o indicador de nível de demanda externa vem em queda desde novembro do ano passado e chegou em abril ao menor nível desde fevereiro de 2010, em 86,4 pontos. Na comparação com março, a queda foi de 4,8%, feitos os ajustes sazonais.
A demanda interna também deu sinais de fraqueza, segundo a sondagem da FGV. Na passagem mensal, a queda foi de 2,2%, para 104,3 pontos, situando-se bastante distante da média para os últimos cinco anos, de 112,4 pontos.
Para Campelo, a situação é reflexo de uma postura mais cautelosa do consumidor, motivada pelo aumento da inadimplência. Assim, apesar do crescimento da massa salarial, a demanda está concentrada em serviços e bens não duráveis, reduzindo as vendas de bens duráveis, como veículos, avalia o economista.
Campelo, no entanto, destacou que a Sondagem do Consumidor, também feita pela FGV, já mostra sinais de que a confiança está melhorando, por causa da redução dos juros e das taxas cobradas pelos bancos, inflação em queda e isenções tributárias para móveis e linha branca.
Estoque de automóveis preocupa
Os estoques da indústria de transformação continuaram no processo de ajuste iniciado no fim do ano passado, apontou a Sondagem Conjuntural da FGV. Para a cadeia automobilística, no entanto, o problema voltou a aparecer e afetou a confiança do setor.
Em abril, apenas 2,7% das empresas consideraram que tinham estoques excessivos, já descontada a parcela que considerava a quantidade insuficiente. A redução na comparação com março foi de 0,8%, e após nove meses acima da média histórica, os estoques voltaram para patamar em linha com o observado nos últimos cinco anos.
Apesar da evolução benigna do indicador, o setor automobilístico andou na mão contrária. Em abril, a cadeia tinha 9,2% a mais de empresas que consideravam os estoques excessivos em relação àquelas que os consideravam insuficientes. O caso mais explícito apareceu para o setor de caminhões e ônibus, que já havia derrubado a produção industrial em janeiro. No segmento, 24,7% das empresas tinham estoques em excesso. Em março, o percentual era de 2,1%.
Para veículos de passeio, a situação é menos grave, mas também preocupante, já que a relação passou de 7,7% em março para 13,4% em abril, sempre na séria com ajuste sazonal.
Para Aloísio Campelo, coordenador da sondagem, essa foi a principal causa da queda de 1,2% do Índice de Confiança da Indústria para o setor de bens duráveis, na passagem entre março e abril.
Esse cenário, aliado à demanda mais fraca, observada no início do ano, levou o indicador de produção prevista para os próximos três meses a recuar para 123,5 pontos em abril, ante 124,5 pontos no mês anterior. O quadro, segundo Aloisio Campelo, apresenta trajetória de recuperação gradual e ainda fraca da indústria no segundo trimestre de 2011.
Ainda assim, estoques mais equilibrados na média da indústria, combinados a um câmbio menos favorável para os importados e o efeito defasado da política monetária, levaram os empresários do setor a enxergar, em um horizonte de seis meses, sinais mais favoráveis para a atividade, avaliou Campelo. A situação futura dos negócios melhorou 4,4% em abril, na comparação com março, quando pela primeira vez desde maio de 2011 mais de 50% das companhias pesquisadas responderam que a situação deve melhorar nos próximos seis meses.
(Tainara Machado | Valor)
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