Esse blog existe para o compartilhamento de conhecimentos entre os alunos do curso de administração da Etec Trajano Camargo de Limeira. Seja bem vindo
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Greve geral e protestos paralisam a Argentina
As principais centrais sindicais argentinas lideraram, nesta terça-feira, a primeira greve geral em cinco anos de governo da presidente Cristina Kirchner, reeleita em 2011. A paralisação incluiu o funcionalismo público, professores, bancários, lixeiros, técnicos aeronáuticos, além de algumas linhas de trens e de metrô.
Segundo a Central Geral dos Trabalhadores (CGT) e a Central de Trabalhadores Argentinos (CTA), chamada "CTA dissidente", o protesto incluiu o bloqueio de 160 pontos de estradas e avenidas do país e teria sido de “90% alguns locais e de até 100% em outros”.
A paralisação levou ao cancelamento de voos das companhias aéreas Aerolíneas Argentinas, Austral e Lan para o interior do país e para cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro. De acordo com informações disponíveis nos sites dos aeroportos Jorge Newbery (Aeroparque) e o internacional de Ezeiza, em Buenos Aires, os voos da TAM e da Gol operaram sem alterações.
Em Buenos Aires, táxis circularam normalmente, mas ônibus vazios e pouco trânsito deixaram a cidade como nos feriados.
Críticas do governo
A greve foi criticada por autoridades do governo da presidente Cristina Kirchner. "Esse ‘piquetazo’ só tenta frear o avanço do nosso país", disse o chefe da Casa Civil da Presidência argentina, Abal Medina.
Já a presidente pediu "uma grande responsabilidade para manter o modelo econômico", que gerou, segundo ela, "mais de 5,5 milhões de empregos".
Em sua conta no Twitter, a presidente escreveu: "Acho que o que estamos fazendo é o mais adequado para os interesses da Argentina. Se estou equivocada, o povo com seu voto vai decidir que outro modelo ou que outro projeto quer seguir".
Em um discurso transmitido pelas emissoras de televisão, a presidente falou sobre a história e a trajetória do país, além do legado que recebeu do marido, o ex-presidente Nestor Kirchner (2003-2007), morto em 2010.
Sobre a paralisação, ela lembrou, como de praxe, do ex-presidente argentino Juan Domingo Perón (1946-1955/1973-1974) e de sua primeira mulher, Eva (Evita).
"Hoje não falemos em protestos, mas em pressões e em ameaças. E ninguém me fará desistir. Estes não são os lideres (sindicais) que queriam Perón (criador do peronismo) e Eva (Evita Péron). As pessoas querem trabalhar".
Cristina também pediu "desculpas" aos que não puderam viajar, nesta terça-feira, na companhia estatal Aerolíneas. "Nós recuperamos a Aerolíneas para todos os argentinos", afirmou.
A presidente lembrou ainda que uma vez, quando era parlamentar, foi atingida por ovos e fez um paralelo com a greve desta terça-feira. "Estes (de hoje) são os mesmos que me jogaram ovos", afirmou.
Opinião dos sindicatos
Momentos antes, o presidente da CGT, Hugo Moyano, disse que era "um dia de festa" devido à "alta participação dos trabalhadores" na greve. "A cidade está vazia e com seu silêncio os trabalhadores expressaram a insatisfação (com o governo)", afirmou.
Outro sindicalista, Pablo Micheli, da chamada "CTA dissidente", disse esperar que a paralisação "sirva para o governo dialogar" com os manifestantes.
O presidente da Federação Agrária, Eduardo Buzzi, afirmou que "os trabalhadores estão cansados da soberba governo e da inflação". "Nós hoje demonstramos que é possível parar um país para que as demandas sejam atendidas", disse.
Os sindicalistas deram entrevista coletiva diante das câmeras de televisão. Eles argumentaram que o protesto era contra a inflação e o aumento do salário mínimo, entre outras demandas.
Durante o dia foram registrados incidentes isolados como o rompimento de vidros do tradicional Café Tortoni, no centro da cidade, e protestos que impediram a distribuição do jornal Clarín, o mais vendido do país e apontado pelo governo como "opositor".
Segundo levantamento do Centro de Estudos Nova Maioria, de Buenos Aires, esta foi a primeira greve geral em quase cinco anos de gestão de Cristina Kirchner e a 30ª quinta greve geral desde a restauração da democracia, em 1983.
"Cristina Kirchner é a primeira presidente que governou um mandato completo (2007-2011) sem ter uma greve geral", diz um trecho do estudo.
"Essa é uma das diferença entre o povo do Brasil e o povo da Argentina, viva a EDUCAÇÃO E O CONHECIMENTO."
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Corrupto ou desonesto?
A diferença entre ser corrupto e ser desonesto está no entendimento das pessoas. Pelo significado das palavras, corrupção é a ação de seduzir por dinheiro, presentes etc., levando alguém a afastar-se da retidão; e desonestidade é o caráter do que é desonesto, do que é contrário à moral.
Já o termo moral significa um comportamento delimitado por regras fixadas por um grupo social específico. E no nosso entendimento moral, pagar para ter um privilégio sobre os outros é desonesto e o corrupto que recebe este dinheiro é imoral.
Mas deixemos a aula de português para outra oportunidade e analisemos o mundo atual. Várias pessoas que você conhece, e talvez você mesmo já tenha caído na tentação de ser desonesto ou de pagar por um favorzinho, coisa mínima, mas que vai se sobrepor à outra pessoa e que legalmente tem os mesmos direitos ou até mais. Veja o caso de uma fila: aquele que chegou primeiro tem mais direitos do que aquele que chegou depois.
E neste pensamento podemos analisar algumas pessoas públicas, que além de receberem bons salários para executar suas funções em prol da população, deixam-se contaminar pela desonestidade. Desonestidade esta que se esconde dentro da personalidade. Ninguém seria capaz de tornar um honesto em ladrão, assim como existem pessoas incorruptíveis, aquelas que agem pelos próprios princípios morais e não se vendem por nada.
Temos visto por esses dias nossos irmãos argentinos promovendo passeatas, panelaços contra as condutas dos governantes, reclamam seus direitos e se postam nas ruas contra o que acham errado. Enquanto isso, vemos em nosso país torcedores brigando com agentes públicos da Polícia Militar por causa de um jogo de futebol. Pergunto: se o seu time do coração ganhou ou perdeu, o que vai mudar na sua vida? Você vai aumentar sua renda com o título do campeonato? Suas dívidas vão ser pagas com o troféu que "eles" ganharam? Se ao invés de protestarmos contra os dirigentes do futebol, protestássemos contra os maus políticos e homens públicos seríamos uma nação muito melhor e aí sim em desenvolvimento. Desejo a todos um ótimo final de ano e que na virada em janeiro possamos acrescentar mais valor as nossas vidas e a nossa consciência.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
A humildade salva seu emprego.
Os relacionamentos profissionais são muito importantes para os profissionais da atualidade, com a massificação das redes sociais e a grande cobertura da imprensa sobre casos e acontecimentos, coisas que somente eram sabidas por poucos, hoje são divulgadas em frações de segundo. Haja vista que qualquer publicação em uma rede social de massa é replicada por um número muito grande de pessoas em curto espaço de tempo. Os códigos de defesa de consumidores e lei de proteção exigem transparência dos executivos das empresas. Veja o caso a seguir:
Scott Forstall, um dos executivos da Apple que é praticamente “a cara” do sistema operacional móvel da companhia, o iOS, deve deixar a empresa após mais de 15 anos de trabalho. De acordo com o Slashgear, a razão seria a recusa de Forstall em assinar uma carta de desculpas elaborada pela companhia para fazer média com os consumidores após o grande fracasso do sistema de mapas do novo SO.
Além dele, que ocupa (ou ocupava) o cargo de vice-presidente sênior do iOS, outro executivo deve ter a sua saída confirmada: John Browett, que teve apenas 5 meses de Apple e, apesar de ser o substituto natural de Forstall, não se adaptou às filosofias da empresa da Maçã e teria cometido vários erros.
Segundo apurou o Wall Street Journal, Scott Forstall teria se recusado terminantemente a assinar a carta de desculpas uma vez que, segundo ele, a ação de publicá-la seria um grande erro. No final das contas, quem emprestou o seu nome à carta foi o presidente da companhia, Tim Cook.
Essa atitude do executivo teria sido o estopim de sua demissão, visto que ele contaria com vários desafetos dentro da Apple – e a sua saída resolveria grandes problemas de relacionamentos na companhia. Algumas fontes do jornal dizem que era extremamente difícil trabalhar com o diretor – e que Forstall só não havia saído ainda porque seria um protegido de Steve Jobs.
Fonte: Slashgear e Wall Street Journal
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