quarta-feira, 18 de setembro de 2013

História do WD 40

Com certeza todos já conhecem o óleo WD 40.... mas vale a pena conferir essa matéria e assistir ao vídeo... Quando Norm Larsen desenvolveu o "Water Displacement 40th attempt" (WD 40), nem sabia o que estava por criar! A história é simples... Em 1953, Larsen trabalhava na Rocket Chemical Company e foi incumbido de desenvolver um produto para eliminar grandes níveis de umidade e corrosão em circuitos elétricos. Foi na 40ª tentativa que finalmente atingiu o seu objetivo e surgiu assim o "Water Disperser 40" ou como é conhecido atualmente, WD-40. O WD-40 começou a ser usado para a manutenção e conservação de mísseis da NASA e para proteção da fuselagem de aeronaves. Mas à medida que mais se usava o produto, mais aplicações foram descobertas. Quando o empresário John Barry (na foto), um dos fundadores da Corvair Company, adquiriu o composto a granel para proteger os componentes dos mísseis Atlas, deu-se o início da produção em grande escala. Numa iniciativa visionária, Barry decidiu enviar grandes quantidades do produto para as vítimas do furacão "Carla", que devastou grande parte da Costa Oeste, para que pudessem recuperar os veículos destruídos pelas inundações. Foi nesta utilização popular que se deu início à verdadeira massificação do WD-40, com novas aplicações que surgiram num ritmo vertiginoso. Embora John Barry nunca tenha patenteado a marca, a verdade é que jurou como condição nunca revelar a receita secreta a terceiros, assim se mantendo até aos dias de hoje como premissa da empresa. É praticamente impossível fazer uma lista de todas as aplicações possíveis do WD-40, aqui ficam - apenas - 20 aplicações que podemos dar: Repele água; Remove alcatrão e sujeiras impregnadas na pintura; Limpa e lubrifica plásticos e cromados, sem engordurar; Remove restos de adesivos e ajuda a retirá-los; Desembaraça, lubrifica e protege correntes (mas só deve ser usado se não tiver outro óleo mais apropriado); Protege cabos elétricos, botões e junções; Remove manchas de cromados; Lubrifica os canhões de ignição (cachimbo de vela); Lubrifica molas e dobradiças; Protege contra a ferrugem; Funciona como anti-embaçante (coloque no para-brisa da sua moto ou na viseira do capacete); Remove insetos; Lubrifica a transmissão; Elimina rangidos e barulhos de balanços; Disfarça riscos e arranhões; Lubrifica e elimina ruídos; Evita a oxidação; Restaura e limpa painéis e superfícies de couro ou pele; Ideal para engraxar as botas, luvas e blusões de pele; Protege cabos elétricos, botões e junções.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Peça Bosch feita no Brasil é mais barata se importada.

Você já leu vários relatos de absurdos praticados por concessionários ou fabricantes de veículos, mas ainda tem mais quando se fala de mercado brasileiro. O relato dessa vez vem da revista Veja. O proprietário de um Volvo com motor de cinco cilindros – modelo não mencionado, mas provavelmente feito na Bélgica ou Suécia – apresentou funcionamento irregular do motor. O proprietário é engenheiro e decidiu investigar por conta própria a falha. Descobriu que um dos cinco injetores estava enviando ao cilindros mais gasolina do que os demais, acarretando alteração no funcionamento. A solução seria trocar o bico injetor, que no caso de segurança, obriga a troca dos cinco. Em cotação nas concessionárias Volvo no Brasil, o valor apurado de um bico injetor era de R$ 700, gerando assim um custo de R$ 3.500 na troca dos cinco componentes. No entanto, para que serve o eBay? Nesse caso, todos os cinco bicos injetores saíram por US$ 260 mais US$ 34 de frete, gerando assim um custo de US$ 294 ou R$ 685. Ou seja, o conjunto completo custa menos lá fora que uma única unidade vendida por aqui. Todos nós já estamos cansados de saber que isso é algo “natural” no quarto mercado do mundo. Mas ao receber os bicos do Volvo, o proprietário provavelmente ficou estarrecido. Afinal, na embalagem dos injetores – feitos pela Bosch – eram “made in Brazil”! Isso mesmo, um componente feito aqui foi importado com custo muito menor que um similar vendido no Brasil. Ou seja, os consumidores brasileiros pagam mais pelo produto feito aqui, que ao ser exportado, chega mais barato ao cliente estrangeiro. Esse absurdo fiscal é facilmente perceptível quando comparamos os preços dos carros feitos aqui e vendidos em mercados vizinhos. Desse jeito, os donos de carros nacionais logo terão que cotar peças de reposição no exterior, a fim de pagar um preço justo pela mesma peça vendida aqui. Precisamos disso? Não, mas é o que a política nacional parece incentivar.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Cronograma para envio dos parágrafos

Cronograma de envio da Introdução; Parágrafo 1º Data 03 - 09; Parágrafo 2º Data 24 - 09; Parágrafo 3º Data 15 - 10; Parágrafo 4º Data 05 - 11; Parágrafo 5º Data 05 - 11; Parágrafo 6º Data 19 -11; Entregar impresso Data 26 - 11; Enviar para emaildoarruda@gmail.com

domingo, 14 de julho de 2013

Apresentação TCC 1º semestre 2013