Esse blog existe para o compartilhamento de conhecimentos entre os alunos do curso de administração da Etec Trajano Camargo de Limeira. Seja bem vindo
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
MATANDO UM LEÃO POR DIA
Em vez de matar um leão por dia, aprenda a amar o seu.
Outro dia, tive o privilégio de fazer algo que adoro: fui almoçar com um amigo, hoje chegando perto de seus 70 anos. Gosto disso. São raras as chances que temos de escutar suas histórias e absorver um pouco de sabedoria das pessoas que já passaram por grandes experiências nesta vida.
Depois de um almoço longo, no qual falamos bem pouco de negócios mas muito sobre a vida, ele me perguntou sobre meus negócios. Contei um pouco do que estava fazendo e, meio sem querer, disse a ele:
-"Pois é. Empresário, hoje, tem de matar um leão por dia".
Sua resposta, rápida e afiada, foi:
-"Não mate seu leão. Você deveria mesmo era cuidar dele".
Fiquei surpreso com a resposta e ele provavelmente deve ter notado minha surpresa, pois me disse:
- "Deixe-me lhe contar uma história que quero compartilhar com você".
Segue, mais ou menos, o que consegui lembrar da conversa:
"Existe um ditado popular antigo que diz que temos de "matar um leão por dia". E por muitos anos, eu acreditei nisso, e acordava todos os dias querendo encontrar o tal leão.
A vida foi passando e muitas vezes me vi repetindo essa frase.
Quando cheguei aos 50 anos, meus negócios já tinham crescido e precisava trabalhar um pouco menos, mas sempre me lembrava do tal leão Afinal, quem não se preocupa quando tem de matar um deles por dia?
Pois bem. Cheguei aos meus 60 e decidi que era hora de meus filhos começarem a tocar a firma. Mas qual não foi minha surpresa ao ver que nenhum dos três estava preparado! A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar emocionalmente. Para minha tristeza, tive de voltar à frente dos negócios, até conseguir contratar alguém, que hoje é nosso diretor-geral.
Este "fracasso" me fez pensar muito. O que fiz de errado no meu plano de sucessão? Hoje, do alto dos meus quase 70 anos, eu tenho uma suspeita: a culpa foi do leão”.
Novamente, eu fiz cara de surpreso. O que o leão tinha a ver com a história? Ele, olhando para o horizonte, como que tentando buscar um passado distante, me disse:
- "É. Pode ser que a culpa não seja cem por cento do leão, mas fica mais fácil justificar dessa forma. Porque, desde quando meus filhos eram pequenos, dei tudo para eles. Uma educação excelente, oportunidade de morar no exterior, estágio em empresas de amigos. Mas, ao dar tudo a eles, esqueci de dar um leão para cada, que era o mais importante. Meu jovem, aprendi que somos o resultado de nossos desafios. Com grandes desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos pequenos. Aprendi que, quanto mais bravo o leão, mais gratos temos de ser. Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele. Que a metáfora é importante, mas errônea: não devemos matar um leão por dia, mas sim cuidar do nosso. Porque o dia em que o leão, em nossas vidas morre, começamos a morrer junto com ele.”
Depois daquele dia, decidi aprender a amar o meu leão. E o que eram desafios se tornaram oportunidades para crescer, ser mais forte, e "me virar" nesta selva em que vivemos.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Steve Jobs (1955 - 2011)
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Das dez maiores marcas 7 são de tecnologia, diz Interbrand
IBM, Microsoft, Google, Intel, Apple e HP aparecem na lista. De todas, foi a marca de Steve Jobs que mais cresceu durante 2011
Das dez maiores marcas do mundo atualmente, sete são do setor de tecnologia. A conclusão é da Interbrand, consultoria de marcas (branding), que apresenta a 12ª edição do ranking 100 Melhores Marcas Globais. Coca-Cola segue como a marca mais valiosa do mundo, segundo o levantamento. A fabricante de bebidas vale US$ 71,8 bilhões, aumento de 2% em relação ao levantamento anterior, quando valia US$ 70,4 bilhões.
A segunda marca mais valiosa é a IBM, que se valorizou 8%, de US$ 64,7 bilhões em 2010 para US$ 69,9 bilhões na edição 2011 do levantamento. Em seguida, aparecem, em ordem: Microsoft, Google, GE, McDonald's, Intel, Apple, Disney e HP na décima posição. Destas, a que mais cresceu foi a Apple, que saltou da 17ª colocação no ano passado para a 8ª posição neste ano. "A Apple aumentou seu valor de marca em 58% e pela primeira vez se encontra entre as 10 maiores", destaca o diretor da Interbrand do Brasil, Alejandro Pinedo
Além de Apple, a Amazon.com (26°), Google (4º) e Samsung (17°) são as quatro empresas que mais subiram posições no ranking. Uma das poucas novatas é a HTC (98°), fabricante de aparelhos móveis. "O setor é extremamente valorizado. Entretanto, algumas empresas de tecnologia enfrentam grandes problemas", disse Pinedo, citando como exemplo a Nokia, que caiu da 8ª para a 14ª posição, após enfrentar forte concorrência em smartphones.
"A expectativa é que a parceria entre a Nokia e a Microsoft ajude a companhia a virar o jogo neste segmento", afirmou o executivo, citando que nesta edição do ranking o valor de marca da Nokia foi o que mais caiu, 15%, passando de US$ 29,495 bilhões para US$ 25,071 bilhões. Automotivo Pinedo lembra ainda que o último ano foi marcado por uma melhora nos mercados, depois da crise de 2008 que acabou abalando o desempenho das companhias também em 2009.
A melhora do humor no ano passado, segundo ele, contribuiu para o ressurgimento da indústria automotiva norte-americana e a alta demanda por carros na China. Dessa forma, a Toyota (11°) mantém sua posição como a maior marca automotiva no estudo. E como novidade, a Interbrand informa que a Nissan Motor, a segunda maior fabricante de veículos do Japão e ausente das Melhores Marcas Globais desde 2007, retornou ao ranking agora, na 90ª posição. A próxima edição do ranking deve apresentar reflexos do cenário de turbulências nos mercados da Europa e Estados Unidos. No entanto, como ressalta Pinedo, para uma marca permanecer na lista das mais valiosas é importante "manter a consistência, relevância e comprometimento, especialmente em época de mudanças".
Conforme o levantamento, o mercado financeiro é um dos que continua lutando para manter o valor das marcas após a crise econômica de 2008. Citi (42°), Barclays (79°), Credit Suisse (82°) e UBS (92°) viram uma pequena diminuição no valor de suas marcas nesta edição. Porém, algumas instituições financeiras com sede na Europa registraram crescimento de 5% ou mais no último ano, como o suíço Zurich (em 94°) e o espanhol Santander (68° lugar).
Brasileiras
Não há empresas brasileiras entre as 100 marcas mais valiosas. "Várias companhias brasileiras poderiam entrar para o ranking de acordo com o valor da marca, entretanto, elas precisam avançar em outros quesitos", disse Penido. É preciso que a empresa tenha um terço de sua receita fora do local de origem e deve ser lembrada por pessoas em qualquer lugar do mundo, mesmo fora do seu setor de atuação.
Vale e Petrobras são fortes candidatas a entrar no ranking por conta da atuação em outros países, porém, as duas companhias são pouco conhecidas fora de suas atividades. Já o Itaú Unibanco atingiu o valor de marca necessário, mas não possui presença global. Diferentemente da Alpargatas."A fabricante das Havaianas tem presença mundialmente reconhecida e sua receita tem forte contribuição de outros países, mas ainda não atingiu o valor mínimo para entrar no ranking", conta Penido.
Luxo
De acordo com o diretor da Interbrand, o mercado de luxo vem crescendo em valor de marca. A fabricante de bolsas Louis Vuitton ganhou a 18ª colocação, seguida por Gucci (39°), Hermès (66°), Cartier (70°), Tiffany (73°), Moët & Chandon (77°), Armani (93°) e Burberry (95°). "Todas as empresas de luxo que aparecem no levantamento da Interbrand obtiveram esse incremento ao alavancarem sua condição de ícone e, simultaneamente, engajaram novos consumidores em experiências únicas e significativas", explica Penido. Veja a seguir o ranking com as 100 empresas de marcas mais valiosas, segundo a Interbrand